A embalagem é um dos pontos de atenção na logística de frutas, legumes e verduras destinados ao mercado internacional. Nesse cenário, a Cartonale fabrica caixas para hortifruti em plástico corrugado, desenvolvidas para atender tanto às necessidades do transporte quanto às exigências sanitárias de países que importam produtos brasileiros.
Atóxicas, laváveis, inodoras, impermeáveis e resistentes a fungos e contaminações, as caixas podem ser utilizadas em diferentes etapas da operação, do produtor ao porto de embarque. A escolha adequada da embalagem ganha ainda mais relevância em trajetos longos, nos quais falhas na conservação ou o descumprimento de requisitos fitossanitários podem comprometer toda a exportação.
Essa dupla exigência, doméstica e internacional, raramente aparece junta em um único material sem elevar significativamente o custo por unidade produzida.
Fungos em caixas de papelão comprometem lotes inteiros
Caixas de papelão reutilizadas, prática comum no setor de hortifrúti, absorvem umidade do próprio alimento transportado e criam ambiente propício à proliferação de fungos, risco que se agrava em cadeias de exportação com múltiplas etapas de armazenagem refrigerada e transbordo entre modais de transporte. Uma caixa contaminada compromete não apenas seu conteúdo, mas todo o lote empilhado ao redor dela durante o transporte.
A estrutura alveolar do plástico corrugado, por ser impermeável e não porosa, elimina esse mecanismo de contaminação por umidade que torna o papelão reutilizado um risco recorrente em cadeias mais longas. Esse é justamente o tipo de falha que uma inspeção fitossanitária de destino barra na chegada, obrigando o exportador a descartar o lote inteiro no porto.
Estrutura protege frescor sem perder personalização
Por sua estrutura alveolar, a embalagem produzida pela Cartonale oferece proteção mecânica para o transporte e armazenamento, evitando perdas físicas e ajudando a manter as características e o frescor dos alimentos ao longo do trajeto. A fácil customização permite fabricar caixas para atender às características específicas de cada tipo de alimento, garantindo o melhor aproveitamento possível de espaço sem perda da qualidade protetora.
As caixas ainda podem assumir cores e impressões diversas, possibilitando a identificação do produto e do fabricante já na etapa de transporte, recurso que ganha relevância competitiva em mercados de exportação, onde a rastreabilidade da origem é cada vez mais exigida por importadores, sobretudo em selos de certificação de origem controlada.
Metas ESG entram na decisão de embalagem
Produtores rurais que exportam já sentem a pressão de compradores internacionais por metas de redução de resíduos e uso responsável de recursos naturais. A adoção de caixas retornáveis e recicláveis da Cartonale em plástico corrugado, em vez de papelão descartado a cada ciclo, auxilia diretamente o cumprimento dessas metas ESG sem exigir mudança de processo produtivo.
Isso também melhora a imagem do produto junto ao cliente final e no ponto de venda, já que a embalagem chega ao destino em melhores condições visuais do que o papelão amassado ou manchado por umidade comum em longos trajetos refrigerados, um detalhe que pesa mais do que parece na decisão de compra de redes varejistas exigentes.
Redução de resíduos favorece o balanço ambiental do produtor
A troca de papelão por embalagens reutilizáveis e recicláveis reduz diretamente o volume de resíduos gerados no sistema de embalagem do produtor, item cada vez mais monitorado em auditorias de sustentabilidade da cadeia agrícola. Cooperativas e exportadoras que ainda dependem de papelão único enfrentam esse tipo de questionamento em auditorias de compradores internacionais com frequência crescente, sobretudo em contratos de fornecimento de longo prazo com redes europeias.
Cooperativas e exportadoras de hortifruti que ainda avaliam a troca de embalagem encontram, na Cartonale, um fornecedor capaz de adequar dimensões, cores e sistema de reuso às exigências específicas de cada mercado de destino, sem sacrificar a proteção do produto durante o trajeto, seja ele doméstico ou destinado a um porto de exportação distante da origem.

